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Nossos relacionamentos andam modernos demais, revolucionários demais, experimentais demais, como um filme francês meio nonsense, executado do fim ao início, cuja grande inovação é não ter roteiro nenhum por trás de uma profunda tristeza de seus personagens perdidos, sem saber exatamente qual lente mirar, em que momento, qual o plano, qual o foco. A fotografia denota nosso daltonismo afetivo: enxergamos o amor cor-de-rosa através da câmera, quando na realidade ele é roxo-escuro. Como um hematoma.

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A melhor maneira de ser feliz com alguém é aprender a ser feliz sozinho. Daí a companhia será questão de escolha e não de necessidade.

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“Ei, me deixa cantar “Tribalistas” para você e dizer que você é assim um sonho para mim, quero te encher de beijos. Deixa-me cantar “Claudinho e Bochecha” para você e falar que eu não resisto longe de você. Deixa-me cantar “Cazuza” para você e falar que você é o amor da minha vida daqui até a eternidade. Faz com que eu pare de cantar “Los Hermanos” me achar um nada, pois sem ter seu carinho, eu me sinto sozinho, eu em afogo em solidão. Faz com que eu pare de cantar “Tim Maia” admitindo que pensei até em me mudar, lugar qualquer que não exista o pensamento em você. Amor dá uma de “Lulu Santos” e diz para mim que quando me encontrou estava em um estado emocional tão ruim, se sentindo muito mal, diz que eu demonstrei muito prazer em está em sua companhia e que você experimentou uma sensação que até então não conhecia, de se querer bem, de se querer quem se tem; diz que eu te faço tão bem que você também quer fazer isso por mim. Vamos lá amor, faça isso por mim, cante para mim e deixe que eu cante para você, e quando eu cantar que você sinta o mesmo.”

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A vida é um eterno perde e ganha
Um dia a gente perde
No outro a gente apanha
Apanha e nem por isso a gente vai fugir da luta


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Nossos relacionamentos andam modernos demais, revolucionários demais, experimentais demais, como um filme francês meio nonsense, executado do fim ao início, cuja grande inovação é não ter roteiro nenhum por trás de uma profunda tristeza de seus personagens perdidos, sem saber exatamente qual lente mirar, em que momento, qual o plano, qual o foco. A fotografia denota nosso daltonismo afetivo: enxergamos o amor cor-de-rosa através da câmera, quando na realidade ele é roxo-escuro. Como um hematoma.

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Na vida deveria ter a opção “desinstalar pessoas”.

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Respeito não é só dizer “bom dia”…

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